Home Data de criação : 08/07/01 Última atualização : 11/10/17 12:58 / 12 Artigos publicados

KANT  escrito em sábado 20 setembro 2008 12:43

Blog de cadarcia :DIVERSIDADE, KANT

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"As idéias éticas de Kant são um resultado lógico de sua crença na liberdade fundamental do indivíduo como afirmada na sua "Crítica da Razão Prática" (1788). Esta liberdade ele não olhava como a liberdade sem leis da anarquia, mas mais como a liberdade de autogoverno, a liberdade para obedecer conscientemente as leis do universo como reveladas pela razão.

A vontade é autônoma quando dá a si mesma sua própria lei; é heterônoma se recebe passivamente a lei. Se a vontade é autônoma, isto implica no postulado da liberdade da vontade. Como poderia ser a vontade meritória, boa ou má, se estivesse sujeita à lei de causas e efeitos, à determinação natural dos fenômenos?

De outra parte, Kant concebe a liberdade da vontade de duas maneiras. Considerada como um fenômeno que se efetua no mundo sensível dos fenômenos, onde cada uma de nossas ações tem suas causas e está integralmente determinada (Vontade psicológica) a vontade não é absolutamente livre. No mundo inteligível manifesta-se a vontade livre, que não está sob aspectos de causa, de determinação, mas sob o aspecto do dever. Visa a prática do bem. Este é o efeito possível da liberdade, do ponto de vista moral, segundo Kant.

Kant faz distinção entre as máximas e as leis morais. As primeiras, as máximas, seriam subjetivas, contendo uma condição considerada pelo sujeito como válida somente para sua vontade, condição de alcançar sua felicidade pessoal, e portanto sua vontade está condicionada. As leis morais, ao contrário, seriam objetivas, contendo uma condição válida para a vontade de qualquer ser racional. Ambas derivam puramente da razão, mas apenas a vontade determinada apenas pela forma da lei e, por conseqüência independente de todo estímulo empírico é livre"...

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"A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla" (David Hume).  escrito em sábado 20 setembro 2008 12:36

Blog de cadarcia :DIVERSIDADE, 'A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla' (David Hume).

HUME

Teoria do conhecimento

O "Investigação concernente ao entendimento humano" é uma tentativa de definir os princípios do conhecimento humano. O livro apresenta de forma lógica as importantes questões sobre a natureza de todo raciocínio com respeito a matérias de fato e experiência, e resolve os problemas recorrendo à associação.

A base de sua exposição é uma classificação binária dos objetos da consciência: impressões e idéias.

Conhecimento divide-se em "impressões" (dados fornecidos pelos sentidos tanto internos, como a percepção de um estado de tristeza, quanto externos, como a visão de uma paisagem) e "idéias" (representações da memória das impressões).

As impressões: O que tenho de mais vívido em minha mente são as impressões dos sentidos no momento em que ocorrem, isto é, aquilo que vejo, aquilo que ouço, e tudo aquilo que os sentidos produzem em mim é o que é mais forte em minha mente. São os prazeres e as dores.

As idéias: São reproduções, são cópias das impressões. Se penso no sabor da maçã, essa idéia não é tão forte quanto saborear a maçã e ter a "impressão" viva do seu sabor. Não encontro impressões complexas, mas idéias, sim, existem simples e complexas. Minha idéia de uma maçã é uma idéia complexa cujas idéias simples são o vermelho, sua textura crespa, sabor doce, etc. A idéia do triângulo plano, por exemplo, inclui a igualdade dos seus ângulos internos a dois ângulos retos, e a ideia de movimento contem a idéias de espaço e tempo, não importando se realmente existe tais coisas como triângulos e movimentos.

Hume ressalta que cegos e surdos de nascença não possuem esses caracteres, ou seja, não têm idéias correspondentes às cores ou aos sons, e para ele um ser completamente desprovido dos sentidos jamais seria capaz de qualquer conhecimento.

As idéias podem associar-se por semelhança (entre as impressões que representam), contigüidade espacial e temporal, e causalidade.

As coisas não são como queria Aristóteles, possuidoras de uma essência, mas cada coisa é composta de outras coisas. De acordo com Hume, quando examinamos nossa idéia de uma coisa individual, tudo que encontramos são as idéias simples que se juntam para formar uma idéia complexa. Ele mudou a atenção da filosofia das "substâncias" e "propriedades" próprias, para as "relações". Tomando, por exemplo, duas maçãs, uma é mais vermelha que a outra, uma está mais próxima de mim, provando as duas uma é doce, a outra menos, maior e menor, etc.

Teoria do significado. Tudo que a mente contem são, em primeiro lugar, ou "impressões", dados finais da sensação ou da consciência interna, ou idéias, derivadas dos dados por composição, transposição, aumento ou diminuição. Isto equivale a dizer que o homem não cria qualquer idéia. Disto Hume infere uma teoria do significado: uma palavra que não corresponde diretamente a uma impressão só tem significado se ela traz à mente um objeto que pode ser apreendido de uma impressão por um dos processos mentais mencionados (processos associativos).

Note-se que Hume não distingue o sentimento como uma forma particular de conhecimento. Todos os objetos de consciência são ou "relações de idéias" ou "matérias de fato" como impressões.

 

"A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla"

(David Hume).

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thejokershirt_004  escrito em sexta 25 julho 2008 14:37

Blog de cadarcia :DIVERSIDADE, thejokershirt_004
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CrystalSprayPaintHalo  escrito em sexta 25 julho 2008 14:28

Blog de cadarcia :DIVERSIDADE, CrystalSprayPaintHalo
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direito de se expressar, fça vc mesmo!  escrito em quinta 24 julho 2008 17:56

Blog de cadarcia :DIVERSIDADE, direito de se expressar, fça vc mesmo!

Repassanddo...

Vale a pena conferir

 vinil.org

UNIVERSIDADE DO GRAFITE
Por Cláudio Brasil –
http://mundofabuloso.blogspot.com

Com a proposta de familiarizar cada vez mais o público jovem com a Arte Urbana e evidenciar as principais vertentes da cultura de rua, é que surge, através de uma linguagem dinâmica e irreverente o projeto educacional Universidade do Grafite. Um filme que apresenta a Arte de Rua Contemporânea de maneira didática, por um ângulo totalmente diferenciado, mostrando técnicas e criações do grafite em intervenções usando spray, estêncil, adesivos, lambe-lambe e aerosolgrafia.

Idealizado e realizado pelo multimídia e professor universitário santista Vlaidner S. Lima, o filme faz um passeio pelos novos segmentos do expressionismo urbano, evidenciando o processo de criação de maneira descontraída, desde a idéia até a execução final da obra. Uma visão inovadora que divulga uma tendência que ganha, cada vez mais, fôlego nos meios de comunicação, deixando para trás uma barreira que não condiz mais com a atual realidade cultural: a arte urbana está ganhando espaço em museus, em galerias de exposições e, agora, invade as universidades, propondo novas percepções criativas e uma maior identificação com o pensamento juvenil.

Totalmente produzido com a participação de voluntários, alunos e acadêmicos da área de comunicação social, Universidade do Grafite mescla, harmoniosamente, signos auditivos e visuais. Segundo Vlaidner, esse vídeo faz parte de um processo ainda maior. Representa apenas uma pequena introdução à Arte de Rua. Uma ferramenta que vêm com a sugestão de aproximar os jovens, servir de entretenimento e passar a idéia de que a Arte pode transformar quando associada com cidadania. Por fim passar lições de vida. “A arte de rua está aí. Ela existe e nunca vai acabar. E nada melhor do que plantar a consciência de que pode ser feita de uma maneira limpa, que não agride e nem deixa feio quando colocadas em lugares apropriados”. - explica o autor.

A trilha sonora dessa produção audiovisual é um outro diferencial que dá autenticidade a essa emergente cultura do asfalto. Composta por bandas e produtores de Santos e Guarujá, a musicalidade percorre desde o rap metal passando pelo som regional com poesias caiçara, até a alternativa e mundial música eletrônica, como consta na faixa “Poseidon”, do produtor musical Ricardo Lara, mais conhecido como VJ Spetto.



Vinhetas, tomadas de câmera e a criação de personagens coloridos desenhados em caixas de papelão, feitos exclusivamente para esse projeto, completam a atmosfera do vídeo, que contou com a participação da artista e produtora Aline Benedito. “O filme apresenta um conjunto. Na verdade nós não queríamos mostrar simplesmente o Grafite. Porque hoje em dia, ele se desmembrou, acabou virando apenas um dos itens da chamada Arte de Rua, que envolve várias outras linguagens. Queríamos mostrar como ela é feita e como ela é apresentada. Dar referências positivas deste tipo de manifestação”. – complementa Aline.

A aplicação de conhecimentos gráficos, de edição e sonoplastia, as entrevistas e contato com os músicos das bandas e os artistas convidados se convergiram numa apresentação que pretende desmistificar o lado negro atribuído a Arte Urbana, lado negro este que não existe, fato já percebido há tempos pelos muitos expoentes dessa forma de expressão.

 

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